quinta-feira, 19 de abril de 2018

Procurando um style


Devo admitir que ultimamente estou vivendo uma caçada muito importante.
 Eu procuro meu estilo, uma forma adequada de mostrar quem eu sou na maneira de me vestir, dançar e desenhar. Qual é minha forma única de me expressar? Qual meu traço? Que me reconheceriam assim que vissem meu desenho. Qual a minha marca?

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Abstrato

Foto by: Maria Thereza



Abstrato
Me pergunto o que é a realidade
São os mundos que vivo?
As pessoas que vejo?
O que de tantas situações posso separar e dizer " Isso é real"?
Parte de mim vive num mundo de fantasia onde existem caminhos que me levam para o espaço, onde animais podem ser realistas e estilizados ao mesmo tempo, onde um básico de Hip-Hop vira uma forma de fugir da realidade sombria, um refúgio de fantasia que é mostrado por meio da arte, em desenhos surrealistas, fotos estranhas e principalmente na dança, onde eu me liberto sendo certo ou errado.
Outro caminho é o do sentir. Um caminho colorido e escuro ao mesmo tempo. Um lugar que as pessoas mais importantes são lembradas ou as pessoas que de alguma forma marcaram minha vida.
 É um lugar bem complexo, devo admitir.
Hoje, estou apenas me deixando levar... Aproveitando ao máximo essas cores que se mostram mais abstratas e evidentes, não sei se é real ou apenas uma passageira ilusão, mas não quero que acabe. São meus momentos de sorrisos.


MT

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Novas propostas

Novos Caminhos
Fotografia by Maria Thereza

Então, venho informar que agora, neste exato momento, estou cursando mais um semestre do curso de Artes Visuais e, portanto, grande parte de mim agora também poderá ser mostrada aqui por meio de sentimentos visuais.
Espero que gostem...
Muitas novidades virão...

segunda-feira, 12 de março de 2018

A parte ruim continua



A vida está diferente. Em um ano a rotina mudou totalmente, as prioridades são outras, inclusive as relações pessoais.
Entre os trabalhos de faculdade e as correrias do dia a dia, das evoluções e frustrações, a tristeza fica escondida, nas beiradas, a sensação estranha que se sentia sempre um ano atrás não se mostra muito, mas a garota sabe que esse monstro está sempre lá, cercando sua mente, deteriorando seus sentimentos bons aos poucos e, de vez em quando voltando, apenas para lembrá-la que ainda há essa companhia.
As dores, traumas, tristezas e vontades de sumir parecem desaparecer, mas ela deveria ter aprendido que não é bem assim que funciona, apesar de tentar esquecer, são coisas que não te largam, estão entranhadas no seu ser, sugando suas energias e mudando seu humor habitual.
Há uma vontade de chorar que não passa e acaba se juntando a raiva de não ter conseguido superar esse monstro, sentimentos se misturam e formam uma bagunça na cabeça, momentos do passado voltam para atormentá-la, lembranças ruins que despertam uma tristeza quase incontrolável, que depois de algum tempo se deixando ser escondida, guardada, explode e a faz cair em prantos onde estiver, com quem estiver. Só é preciso um gatilho para que todo o sentimento de angústia volte e a deixe desgovernada, totalmente indefesa.
Toda vez que chora assim, por conta desse monstro escondido, sente-se vulnerável, e de certa forma... Fraca.
As pessoas importantes são uma ajuda, mas a situação é de puro descontrole. A vontade inesperada porém iminente de só ficar triste, sozinha, emaranhada em edredom continua crescendo e a fuga dela disso... n está sempre disponível... A garota precisa aprender a lidar com isso
Nada mais faz sentido, provavelmente nem esse texto esteja coerente, mas tudo bem, é mais um reflexo de como ela se sente e ninguém pode ajudá-la, talvez, nem ela mesma.
MT

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

O Poço



Todos possuem um poço. 
O poço é o local onde se encontram todos os problemas, confusões e desesperos de uma pessoa. Em tese, fora do poço se encontra a felicidade plena, sem nenhum deslize ou conturbação e, por ter essa definição, ninguém está fora do poço, pois sempre haverá um desafio a se enfrentar. 
Algumas pessoas estão no começo e vivendo bem, com alguns deslizes, mas sempre conseguindo subir e sentir o calor do Sol, outros estão descendo aos poucos, porém se segurando em alguns tijolos milagrosos que os salvam e, infelizmente, existem casos extremos... Pessoas que estão tão fundo que já começam a ver o fim ou até mesmo, já se deixaram cair.
Sabe qual a única coisa boa em chegar ao fundo do poço? 

terça-feira, 31 de maio de 2016

Medo


Medo. Uma palavra que desagrada em um nível extremo a garota. Nunca foi muito boa em demonstrar sentimentos, mas o medo era um sentimento que podia controlar muito bem. Não deixá-lo transparecer virou algo normal.

Porém, desta vez, assumir o medo é algo necessário, sua pouca experiência de vida soa como um alarme quando ela percebe que está deixando seus sentimentos aumentarem com muita facilidade, quando a menina não se importa em se esforçar para ser bem menos fria que o normal, afinal descobriu que o calor também a ajuda. É aí que o medo aparece. Será que está tudo muito descontrolado?
Ela não faz ideia se ele está da mesma maneira.
Medo.
Ela vai ser tão trouxa quanto foi da última vez? Uma voz dentro dela a diz para se controlar
"Você vai dar de cara no chão... De novo" é o que ela diz.
Parte dela quer conversar sobre isso, mas quão estranho seria?
Ela já aprendeu que não se pede sentimentos. É constrangedor.
Medo.
Lá no fundo, ela deseja que ele esteja tão quente quanto ela.
   MT

sexta-feira, 4 de março de 2016

Para a matemática, com amor...


Certa vez tive um professor que me mostrou que a matemática tem coração. Antigamente era penas uma matéria fria, cheia de fórmulas e questões complicadas.
  Talvez o coração da matemática fique feliz toda vez que achamos seu X ou tomamos aquela conclusão tão incrível sobre ela que a faz sentir orgulho, provavelmente aquele orgulho de mãe. Ela sabia que você iria conseguir, mesmo se estivesse tendo muitas dificuldades.
  Para o professor, a matemática era como uma namorada, ele a amava, gostava de descobrir seus X, Y, Z e todas as letras do alfabeto, mas a parte mais sentimental é quando encontrava o cerne dela, o porque das fórmulas, de onde veio cada pedacinho daquela maravilha. Acho que a sensação era como descobrir o passado daquele "crush", ficar tão íntimo que chega a saber o porque de ser assim, por quais situações ela passou.
   Até esse professor aparecer, a matemática era só mais uma matéria que eu deveria estudar e por sempre ser tão exata ela era fria e sem coração, diferente das minhas tão amadas Humanas, que estão sempre mudando, contando vidas, amores, guerras, culturas... Mas agora percebo que ela tem sim sentimentos e se fôssemos comparar com a geografia, história, sociologia... É apenas uma "pessoa" menos confusa, direta.
   Obviamente, isso não a torna fácil, mas posso dizer que a entendo um pouco mais agora.
Maria Thereza